A volta do Exterminador do Futuro

Do IGN

Será feito o quinto filme da franquia Terminator e, adivinha quem will be back? Arnold Schwarzenegger! O novo filme será dirigido por Justin Lin, responsável por alguns filmes da franquia Velozes e Furiosos – incluindo o quinto filme, que tem sequências filmadas aqui no Brasil. Os estúdios Sony, Lionsgate e Universal (distribuidora da franquia Velozes) estão interessados no projeto. Ainda não há um roteirista envolvido e nenhuma data foi divulgada.

 

Crítica: Mortal Kombat Legacy – Ep 3

IMDB:http://www.imdb.com/title/tt1842127/

Obs: Recomendo ver o terceiro episódio antes de continuar, o texto contém spoilers =) !

The rise and fall of Johnny Cage. O episódio ficou muito bom e minha esperança ainda não morreu, mas ainda tenho curiosidade sobre os behind the scenes que estão acontecendo e com quanta liberdade Kevin Tancharoen está trabalhando.

Neste terceiro episódio somos apresentados a Johnny Cage (Matt Mullins), um astro de artes marciais em decadência que tenta voltar ao estrelato, mas é passado para trás por produtores que querem roubar suas idéias e colocar uma nova estrela em seu lugar. O episódio não tem nenhuma ligação com os dois anteriores e nos poupa do previously, o que deixa tudo mais dinâmico e talvez defina uma outra (e melhor) abordagem para a série: apresentar os personagens antes e entrelaçar melhor a história depois, com o torneio.

Gostei bastante deste background de Cage, feito com cuidado e apresentando-o como o personagem mais complexo até agora. Além disso, este episódio é bem sucedido ao despertar uma curiosidade maior para sua sequência, já introduzindo a idéia de que algo grande vai acontecer através da aparição de Shang Tsung (Johnson Phan) nos segundos finais. Só o que ainda me incomoda são as lutas, apesar de ter notado certa melhora – a parte dos seguranças ficou mais convincente por ter um tom mais real para se diferenciar das lutas fake de Cage, vistas nos seus programas-piloto apresentados aos produtores.  Isso mostrou mais planejamento nas coreografias.

Foram dois episódios irregulares e um bom. Sinto alívio, mas ainda estou desconfiado e espero que esta média não continue, já que só teremos mais sete. Que venha o quarto episódio!

Crítica: O Último Exorcismo

Último é? Tá…

IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1320244/

OBS: Cuidado! Spoilers…

Eu não queria ver este filme mas, numa noite sem ter o que fazer e com apenas esta opção desinteressante de entretenimento, enfiei o disco no player e liguei o “dane-se”. Fiquei surpreso ao ver que, apesar deste filme estar longe ser memorável, me divertiu.

No filme acompanhamos o reverendo Cotton Marcus, um pastor  de Louisiana com a  fé em crise, que prega na igreja local e faz exorcismos em domicílio como se fosse um emprego corriqueiro. Após saber da morte de uma criança autista durante um exorcismo de outro reverendo e que o vaticano iria abrir uma escola para exorcistas (uia!), Cotton chama uma equipe de filmagem para registrar um exorcismo seu, a fim de  provar que tudo não passa de encenação e para evitar que outras pessoas se machuquem durante rituais como estes.

Curiosidade: durante o filme os personagens não falam como foi a suposta morte da criança, mas está escrito no jornal que aparece com a notícia. O reverendo que fazia o exorcismo colocou um saco de plástico na cabeça da criança para evitar que o demônio, quando saísse do corpo dela, entrasse em outra pessoa! (risos incrédulos)

Cotton explica que o exorcismo funciona apenas psicologicamente nos “possuídos” que, depois de um exorcismo teatral, se convencem que o terror acabou e voltam à suas vidas normais. É quando ele parte com a cineasta Iris e o cameraman Daniel para a casa do fazendeiro viúvo Louis Sweetzer, que mora com seu filho mal-encarado Caleb e sua filha fofinha Nell – a possuída que mata animais durante à noite – para mais uma “sessão de psicologia”. Cotton faz seu teatrinho, Louis acredita e paga, Nell dorme angelicalmente, tudo uma beleza…  Até  as coisas começam a fugir do controle.

O Último Exorcismo se aproveita loucamente de clichês do gênero, pegando emprestada a trilha dO Exorcista, fazendo uso do celeiro de Emily Rose e mostrando até um Necronomicon alternativo, utilizando uma narrativa mockumentary que não convence devido à montagem com vários planos diferentes que jogam tudo ladeira abaixo. Mas o filme me deixou intrigado mesmo assim, pois tudo indicava que a possessão era realmente um caso de esquizofrenia de Nell, que corria o risco de ser morta pelo pai, que ia tirar o capeta dela na base da espingarda. Imagina o rolo que daria se isso acontecesse e Cotton fizesse sua denúncia! Bravo!

Mas é claro que não foi assim, era o capeta mesmo. Logo o filme prometia um final sem vergonha e óbvio – e fatalmente o seria – mas é aí que a produção se assume como um filme de terror-bobagem e diverte o espectador, com um desfecho interessante durante uma seita satânica. Chutou o pau da barraca de uma vez.

Foi divertido, recomendo para quando houver tempo sobrando. E a garota não sobe pelas paredes.

Crítica: Mortal Kombat Legacy – Ep 2

IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1842127/

Obs: Recomendo ver o segundo episódio antes de continuar, o texto contém spoilers =) !

Se eu fosse começar o texto da mesma forma como começa o segundo episódio de Mortal Kombat Legacy eu seria um preguiçoso. O segundo episódio começa exatamente onde terminou o anterior mas, caramba… Era preciso mesmo revisar o primeiro episódio quase inteiro, desperdiçando um tempo precioso do novo episódio? Acho completamente desnecessário, já que tenho certeza que a maioria que irá assistir o segundo já viu o primeiro. Soa como se não houvesse material suficiente para mostrar.

Mais uma vez a luta entre Jax e Kano é completamente automática – até os Power Rangers demonstram mais energia. A canastrice de Kevin Tancharoen como diretor extrapola o aceitável, a ponto de colocar personagens atirando de costas enquanto andam ou fazendo pausas ridículas durante a ação, virados para a câmera (lenta…) antes de desferir um golpe. Triste… Mas fica pior.

Eu ainda não acredito na esdrúxula superforça do soco de Jax e no olho voador de Kano – sempre que me lembro levo as mãos ao rosto, rindo. E a bomba que foi capaz de deixar Sonia desacordada, Jax em estado gravíssimo, mas Kano sem um arranhão além dos ferimentos que já tinha, devido a um erro ridículo de montagem?

Mas o cúmulo da preguiça foi a cena da explosão simplesmente ser cortada já para o hospital, com Sonia acordando e Jax sendo levado para um laboratório. Caramba, como vão explicar a substituição dos braços do personagem: “-Seus braços voaram do seu corpo com a explosão, mas colocamos estes melhorados para você poder lutar contra Kano Terminator“? Putz.

Vamos ver o terceiro… Já estou com medo.